terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Seguindo com as capas da Bernúncia Editora.

A capa aberta mostrando a contra-capa e as orelhas.
Mais uma capa da minha parceria com o Vinicius Alves da Bernúncia Editora.
Desta vez a capa foi para o escritor catarinense C.Ronald que possui uma obra admirável e trouxe a referência de um antigo afresco etrusco para que eu elaborasse o trabalho.
Partindo daí, e da cor bege de fundo, chegamos a um layout que agradou ao autor e ao editor.
O livro será lançado em breve e espero que o público também aprecie esta capa como certamente apreciará esta nova obra de Carlos Ronald Schmidt.
Layout aprovado.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Bernúncia Plural e Singular

 Continuando a série de capas que eu e o editor,  vizinho e amigo, Vinícius Alves entabulamos realizar, mostro aqui mais uma.
A editora vai lançar um livro de poesia de Teca Mascarenhas, que escolheu para capa de seu livro um belo quadro da ilustre artista Vera Sabino o que me agradou, mas...
Como cacoete da publicidade e bom senso perguntei ao editor se havia autorização da pintora. O Vinícius, sempre de boas, falou que a autora era amiga da Vera, ou ele mesmo falaria com ela, fiquei tranquilo, afinal todos envolvidos somos amigos da Vera. rss
Layout de marcadores

Então tudo ficou mais fácil, afinal trabalhar com arte é sempre melhor...
clica para ver ampliado


Criamos algumas opções de folha de guarda, vinhetas e detalhes para o miolo:







segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Bernúncias e cronópios

Faz vinte poucos anos que moro em Cacupé na Ilha de Santa Catarina meu porto onde procuro tentar ser a consciência da paisagem. É um lugar muito bom e tenho a sorte de ter alguns vizinhos muito legais, um deles é o editor e poeta Vinícius Alves, nos últimos anos temos aperfeiçoado a nossa amizade com muita cerveja e bons papos.

Num desses encontros etílicos, onde o Vinícius generosamente ainda cozinha - e muito bem - ele me convida para fazer uma capa para um livro da sua editora a Bernúncia. Como as capas da Bernúncia e outras são assuntos curriqueiros das nossas reuniões e eu gosto de fazer capas, estamos fazendo algumas e vou dar um furo aqui publicando a primeira que já está impressa e nas mãos do autor.

O Livro "Entrevista com o Senador de Direita" de Wagner Carvalho Coelho foi o primeiro e outros já estão a caminho. Desta vez autor esboçou praticamente a capa que ele queria, o que facilitou o trabalho, no entanto o desafio era conseguir as várias ilustrações por ele esboçadas ou as vezes levemente rabiscadas ou ainda apenas umas palavras sacadas do texto. Apesar de nunca ter visto o pessoalmente o Wagner, o Vinícius fez bem o meio-de-campo e considero que o trabalho gráfico teve bastante participação do autor. (segundo o amigo editor ele gostou do resultado também, assim como todos na bernúncia.)

Ele também mandou um esboço de Florbella um país-ilha imaginário onde transcorria a história da "Entrevista com o Senador de Direita". No esboço havia apenas a costa e as cidades espalhadas no país vazio, em branco.
Com esse maravilhoso briefing viajei bastante nas ilustrações e no mapa de Florbella e apresento aqui abaixo.


Layouts do livro aprovados com poucas modificações.



Mapa trabalhado do país imaginário.


Também fizemos algumas ilustrações e vinhetas para o miolo :

O médium

mais um mapa...





quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A Arte do Cartaz

Aos 15 anos entrei num curso do SENAC ali na prainha que ensinava CARTAZISMO E LETRISMO, naquela época não existiam plotters e impressoras e esse trabalho era feito a mão, pincel e tesoura.
Já havia visto um mestre do cartazismo/letrismo em ação meu tio Yvonésio Catão que vi pintando frases à pincel em cartazes e faixas. Ele tocava um violão inigualável também.
De lá pra cá muita água rolou por debaixo da Ponte Hercílio Luz e fui, durante esse tempo, apreciando e observando na industria cultural a arte do cartaz.  Na história da arte com Toulouse Lautrec, os cartazes das Bienais, cartazes de cigarro, refrigerante, chiclettes e até os políticos, mas depois nos corredores do CIC aprendi muito apenas fruindo os Affiches du Cinemá, a coleção de Gilberto Gerlach.
42 anos de profissão se passaram e constatei que um cartaz de cinema não é uma encomenda que acontece muito. Devo agradecer a oportunidade ao meu amigo e vizinho diretor de cinema Ronaldo dos Anjos que desde 1990 está empenhado em realizar uma trilogia de curta metragens da qual tenho participado como Diretor de Arte e Cenógrafo, no embalo acabei fazendo os três cartazes da trilogia.
Nas duas primeiras vezes, entre outros prêmios, a trilogia conquistou  a Melhor Direção de Arte  com O Santo Mágico, 1990 e com ASTHEROS, 2011. Esse ano foi lançado o  curta, O Demônio e as Margaridas que está correndo o circuito dos festivais no Brasil e no exterior.
Então consegui reunir no portfólio três exemplares de cartazes de cinema de que muito me orgulho e apresento abaixo:


O Santo Mágico 1990
























ASTHEROS 2011


O Demônio e as Margaridas 2016

Logo da Produtora Anjos no Ar filmes.








Logotipo para a produtora Anjosnoar filmes do cineasta Ronaldo dos Anjos 2011.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O Cartaz do Curta-metragem Astheros - 2011

Cartaz que fiz para o curta-metragem Astheros de Ronaldo dos Anjos.

Na verdade assinei também a Direção de Arte e parte da Cenografia com a Índia Brazil. Neste curta contei ainda com o "auxílio luxuoso" de Rafael João Rodrigues , Luiz Viderbost e Jone Cézar Araújo na cenografia e objetos e grande protagonista do cartaz também é o figurino do Beirão. 

Para completar a inspiração para o décor do circo: as vinhetas do mestre Vecchietti.

Então  com as fotos de still do Marcio Henrique Martins fiz este cartaz que acredito deve deixar o respeitável público de cinema instigado a ver o filme.


Que o público de Maringá viu e aprovou:
O curta Astheros, de Ronaldo dos Anjos, levou o troféu de Melhor Som Direto (Douglas Viana) e o longa Segurança Nacional, de Roberto Carminati, foi Melhor Figurino (Jorge Banda) no Festival 8º Festival de Cinema de Maringá. 31 /05/ 11

E agora ganhamos a melhor direção e arte no 15° FAM Festival Audiovisual do Mercosul!!!!

O último dia do 15º Florianópolis Audiovisual Mercosul preparou algumas surpresas para o público presente ao auditório Garapuvu, do Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina. Depois da exibição do documentário em longa-metragem de Hermes Leal e de uma apresentação musical de Tatiana Cobbet, Marcoliva e banda, foi realizada a experiência de cinema ao vivo - o filme Ana, dirigido por Lau Santos com alunos do LED - Laboratório de Ensino à Distância da UFSC. Logo depois, a diretora Maria Emília Azevedo recebeu o Troféu Gerlach, dado pela Cinemateca Catarinense, pelo conjunto de sua obra.

A cerimônia de premiação do 15º Florianópolis Audiovisual Mercosul consagrou, na mostra de Curtas, a obra do Coletivo Santa Madeira, de São Paulo, O Plantador de Quiabos, escolhido vencedor do Troféu Panvision de Melhor Filme tanto pelo Júri Oficial quanto pelo Júri Popular, e ganhador, também, do Prêmio Itapema, entregue pelo coordenador de programação da emissora, Pedro Leite.

O curta pernambucano Tchau e Bênção ganhou os prêmios de Melhor Direção, com Daniel Bandeira, e Melhor Atriz, com Sarah Hazin. O Melhor Ator foi Miguel Castillo, pelo filme peruano Regreso, de Jano Burmester. O catarinense Neno Brazil ganhou o prêmio de Melhor Direção de Arte por Astheros, de Ronaldo dos Anjos.

Eu, estava gripado, não compareci e o Diretor Ronaldo dos Anjos
pegou o troféu por todos nós do Astheros!!


O troféu de Melhor Trilha Sonora Original foi para Vagner Cunha e Arthur de Faria pelo curta gaúchoPropriedades de uma Poltrona, de Rodrigo John. Dois filmes argentinos receberam os troféus de Melhor Som (Lucas Fanchin, por Arbol) e Melhor Fotografia (Ignacio Torres, por Muraña). O prêmio de Melhor Montagem foi para Bruno Torres e Marcelo Moraes, por A Noite por Testemunha. E o de Melhor Roteiro foi para a argentina Monica Lairana, por Maria.

      
Tempestade, do paulista Carlos Cabral, ganhou como Melhor Animaçao; Bernnô, de Pedro Gorski, também de São Paulo, foi o Melhor Documentário; e o curta paraguaio Calle Última, de Marcelo Martinessi, ganhou como Melhor Ficção. Foi também concedida a Menção Honrosa ao curta Profana Via Sacra, de Alisson Sbrana, do Distrito Federal, por sua ousadia formal.

segunda-feira, 8 de junho de 2009